Em certos casos, torna-se necessário obter material para análise por via de uma agulha fina que é introduzida no órgão a estudar. Como as lesões não são palpáveis, para dirigir a agulha é necessário um método de imagem, neste caso a ecografia.
É usada com maior frequência no estudo mamário, no estudo da tiróide e no da próstata, mas também, por vezes, em órgãos abdominais, como por exemplo, o fígado. É um procedimento geralmente muito pouco doloroso e em certos casos precedido de uma injecção de anestésico local.
Feita a colheita do material, o radiologista preserva-o com segurança e envia-o para um laboratório prestigiado, exterior ao IMI, onde o material vai ser analisado e interpretado.
Um relatório conjunto, da ecografia e do material analisado, será depois fornecido ao paciente ou ao médico assistente apresentando assim o resultado.


